- Por dia são apresentadas pelo menos 12 queixas de cibercrimes em Portugal.
- Este tipo de criminalidade é actualmente o mais reportado no país.
- É também um dos mais difíceis de detetar.
- A notícia destaca os desafios na identificação e resposta a este tipo de ilícitos.
Por dia, Portugal recebe pelo menos 12 queixas de cibercrimes. Este é, hoje, o tipo de criminalidade mais reportado no país. A gravidade do fenómeno não depende apenas do volume, mas também da sua natureza transnacional.
As queixas envolvem cidadãos, empresas e instituições públicas que parecem alvos recorrentes. Entre os crimes comuns destacam-se acessos não autorizados, fraude e disseminação de malware, segundo fontes oficiais. A adesão à denúncia tem aumentado.
O fenómeno é global, mas a fronteira entre o online e o offline torna a deteção particularmente complexa. Peritagens digitais, perícia informático-forense e cooperação internacional são consideradas essenciais para o progresso na investigação.
Especialistas destacam a importância de medidas preventivas, como atualização de sistemas, uso de autenticação multifator e educação digital. A lista de recomendações visa reduzir vulnerabilidades e reforçar a resiliência das vítimas.
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