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Fundador de popular canal russo no Telegram detido por corrupção em larga escala

Detenção de Alexei Kostilyov, fundador do Readovka, por fraude de larga escala ligada a contratos de drones do Exército russo

Dados de governantes espanhóis divulgados no Telegram motivam investigação policial
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  • Alexei Kostitylov, fundador e antigo editor-chefe do canal Readovka no Telegram, foi detido sob acusações de fraude em larga escala.
  • A investigação indica o desvio de aproximadamente mil milhões de rublos do Ministério da Defesa da Rússia, no âmbito de contratos governamentais.
  • O caso está relacionado com um contrato para o fornecimento de drones ao Exército Russo.
  • O Readovka afirmou que a detenção não está ligada às atividades do canal e que está a cooperar com os investigadores.
  • A ofensiva militar russa na Ucrânia iniciou em 24 de fevereiro de 2022, renovando a crise de segurança na Europa.

Alexei Kostilyov, fundador e ex-editor-chefe do canal Readovka no Telegram, foi detido nesta sexta-feira sob acusação de fraude em grande escala, segundo agências de imprensa russas.

Segundo a investigação, Kostilov é acusado de desviar cerca de mil milhões de rublos do Ministério da Defesa da Rússia durante a execução de contratos governamentais. O caso está ligado a um acordo para o fornecimento de drones ao Exército russo.

O Readovka, com mais de dois milhões de seguidores, tem sido visto como aliado da narrativa pró-guerra na Ucrânia. A plataforma divulgou um comunicado confirmando a detenção de Kostilyov e afirmou que o canal não está envolvido nas atividades sob investigação, acrescentando que coopera com as autoridades.

Acusação e contratos

A investigação aponta para desvios associados a contratos de fornecimento de drones ao Exército russo. Não foram fornecidos detalhes adicionais sobre o método do suposto desvio ou sobre os demais envolvidos.

Resposta da plataforma

O Readovka afirmou que as suas operações editoriais permanecem independentes da investigação em curso. A equipa do canal garantiu colaboração ativa com investigadores e destacou que o conteúdo do canal não está ligado aos alegados crimes financeiros.

Contexto

A ofensiva militar russa na Ucrânia, iniciada em 24 de fevereiro de 2022, permanece numa fase de tensão geopolítica elevada na Europa. O caso em análise surge numa altura em que se discutem transparência e responsabilidade em contratos de defesa.

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