- Um homem de 43 anos foi detido pela Polícia Judiciária, suspeito de escalar prédios e entrar nas casas de mulheres que viviam sós para abusar sexualmente delas.
- A investigação começou depois de uma menor ter apresentado queixa por violação na via pública pelo mesmo homem.
- Os crimes teriam ocorrido desde janeiro numa área restrita da cidade do Porto, com o agressor a vigiar residências em Gondomar e a preparar as entradas pelas fachadas.
- O detido, operário da construção civil com antecedentes criminais pelo mesmo tipo de crime e por outros violentos, vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação de medidas de coação.
- O episódio provocou alarme social, levando algumas pessoas a abandonar as suas residências.
A Polícia Judiciária deteve na terça-feira um homem que escalava prédios para entrar nos quartos de mulheres que viviam sozinhas, abusando sexualmente delas. A operação envolve a investigação de vários crimes com o mesmo modo de atuação, incluindo uma violação de uma mulher menor. A detenção ocorreu de madrugada, quando o suspeito se preparava para escalar uma residência em Gondomar.
A PJ iniciou a investigação após a queixa de uma menor, que alegou ter sido violada na via pública. O crime ocorreu numa área pouco frequentada, enquanto a vítima seguia para o ATL. A polícia entende que o agressor estudou os passos da vítima, sugerindo um padrão de atuação não isolado.
Os agentes apuraram que o suspeito vigiava residências de mulheres jovens na área do Porto e arredores, preparando-se para invadir as casas com as janelas abertas ou de fácil acesso. A detenção aconteceu pouco antes de o homem, de 43 anos, entrar numa moradia.
Detenção e perfil
O detido é operário da construção civil e já tem antecedentes por crimes semelhantes e violentos, incluindo uma pena de prisão efetiva cumprida. Vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação cabíveis.
Contexto da investigação
A PJ indica que os crimes teriam ocorrido desde janeiro, numa zona delimitada da cidade do Porto, gerando pânico entre as vítimas e residentes dos prédios visados. A polícia reforça que as ações não se tratam de casos isolados, mas de um modo de atuação bem definido.
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