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Pai de jovem morto e esquartejado no Algarve continua sem indemnização

Pai de jovem morto e esquartejado no Algarve continua sem indemnização de cerca de 260 mil euros por danos morais e patrimoniais

Diogo Gonçalves tinha 20 anos
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  • Em dia vinte de março de dois mil e vinte, Diogo Gonçalves foi morto em Algoz, Silves, num homicídio planeado pelas suas namoradas Maria Malveiro e Mariana Fonseca.
  • As suspeitas visavam apropriar-se de setenta mil euros que Diogo recebera pela morte da mãe, em dois mil e dezasseis.
  • Diogo foi assassinado e o corpo foi esquartejado; Maria Malveiro ficou com vinte e cinco anos de prisão, suicidou-se na prisão de Tires, e Mariana Fonseca recebeu vinte e três anos de cadeia, fugindo à Justiça até à semana passada.
  • O pai de Diogo recebeu uma indemnização de duzentos e sessenta mil euros por danos morais e patrimoniais, mas o dinheiro nunca foi pago e o Estado não adiantou os valores.
  • O caso ganhou notoriedade também pela fuga de Mariana Fonseca para a Indonésia.

Diogo Gonçalves, pai de um jovem assassinado e esquartejado no Algarve, continua sem receber uma indemnização de cerca de 260 mil euros por danos morais e patrimoniais. O montante está pendente há vários anos, devido ao desenrolar do caso e aos resultados dos processos.

O crime envolve Maria Malveiro e Mariana Fonseca. As duas, namoradas, planeavam ainda o roubo da indemnização que Diogo recebera pela morte da mãe, em 2016. O homicídio ocorreu após um encontro em Algoz, Silves, a 20 de março de 2020.

O encontro foi a preparação de um crime, com a suspeita de que Maria e Mariana queriam ficar com o montante. Diogo foi morto e o corpo mutilado, numa sequência que permanece marcada na memória da comunidade local.

Situação da indemnização

Maria Malveiro foi condenada a 25 anos de cadeia, mas suicidou-se na prisão de Tires. Mariana Fonseca recebeu a sentença de 23 anos de prisão, e ficou em liberdade provisória até ser capturada na Indonésia na semana passada.

O Estado não adiantou a indemnização ao pai de Diogo, que gira em torno de 260 mil euros, destinada a danos morais e patrimoniais. A falta de pagamento mantém a questão em aberto, sem data para resolução.

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