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Representante do SIRESP afirma que privados falharam no apagão

Representante do SIRESP atribui falha de transmissão a operadoras privadas no apagão de 28 de abril de 2025; defende soberania na transmissão e rejeita o 5G para comunicações críticas

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Solução, diz O SIRESP, passa por ter a soberania sobre a componente de transmissão
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  • Durante uma audição na comissão parlamentar de Ambiente e Energia, o representante do SIRESP afirmou que as falhas de comunicações no apagão de 28 de abril de 2025 são da responsabilidade das operadoras privadas.
  • Vítor Judicibus disse que não houve falhas no SIRESP, já que a energia da rede que caiu foi substituída por baterias.
  • A falha ocorreu na transmissão entre torres e transmissores, que fica a cargo de redes de telecomunicações privadas; se essa transmissão tivesse funcionado, teríamos 80% da rede operacionais.
  • A solução passa pela soberania sobre a componente de transmissão.
  • O 5G para comunicações críticas é considerado um mito; a substituição do SIRESP não faz sentido. O grupo de trabalho sobre o SIRESP foi retomado pela ministra da Administração Interna, em novembro, com o objetivo de criar um sistema mais robusto.

O representante do Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) afirmou nesta quarta-feira que as falhas de comunicações durante o apagão de 28 de abril de 2025 são da responsabilidade de operadores privados. Segundo Vítor Judicibus, não houve falha de energia no SIRESP, pois a energia da rede que falhou foi substituída por baterias.

Judicibus explicou que o problema esteve na transmissão entre torres e transmissores, que depende de redes comerciais. Se as comunicações não tivessem falhado, o SIRESP ampliaria significativamente a cobertura de rede. Alega ainda que o SIRESP não controla as linhas de transmissão.

Para o representante, a solução passa pela soberania sobre a transmissão, uma vez que o atual modelo usa infraestruturas privadas. Sobre o 5G, afirmou que o serviço para comunicações críticas ainda é visto como mito e que substituir o SIRESP não faz sentido para a instituição.

Existe, entretanto, um grupo de trabalho relacionado com o SIRESP. Em novembro do ano passado, a ministra da Administração Interna anunciou a sua retomada após suspender por possível conflito de interesses. O objetivo é evoluir para um sistema mais robusto e interoperável.

Na altura, o Governo descreveu a necessidade de uma solução rápida para substituir o SIRESP, dada a limitação estrutural e operacional em cenários de alta exigência. O grupo de trabalho continua a analisar alternativas para reforçar a resiliência das comunicações.

Grupo de Trabalho Retomado

O governo avalia opções de reforço da rede pública, com foco em independência de transmissão e interoperabilidade entre sistemas. A discussão envolve autoridades, operadoras e setores de emergência para evitar falhas semelhantes.

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