- Em 2025, os bombeiros voluntários da Moita assistiram 320 mulheres em trabalho de parto, todas nas viaturas da corporação.
- Destas, 15 chegaram a ter os filhos dentro dos veículos de emergência.
- A assistência intensificou-se devido ao fecho do bloco de partos e obstetrícias do Hospital do Barreiro.
- As ambulâncias da Moita foram frequentemente desviadas para o Hospital Garcia de Orta, em Almada, durante os partos.
- Muitos partos decorreram no trajeto entre as viaturas e a unidade hospitalar.
Foram assistidas 320 grávidas em trabalho de parto pelos bombeiros da Moita durante 2025, todas nas viaturas da corporação. Destas, 15 chegaram a ter os filhos dentro de ambulâncias de emergência.
A informação foi partilhada ao CM por uma fonte oficial da corporação. A equipa foi fortemente afetada pelo fecho do bloco de partos e obstetícias do Hospital do Barreiro, o que aumentou o recurso a deslocações para o Hospital Garcia de Orta, em Almada.
Contexto e impactos
Em muitos casos, as ambulâncias da Moita chegaram a efetuar o parto no trajeto para a unidade hospitalar de destino. A deslocação forçada entre estabelecimentos contribuiu para que parte dos partos ocorresse durante o transporte.
A corporação não revelou detalhes adicionais sobre a média de tempo de deslocação ou sobre possíveis complicações, mas reiterou a adaptação operacional para fazer face à suspensão de parte dos serviços no Barreiro.
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