- Espera-se que, dentro de uma década, haja melhor compreensão de emoções e formas de comunicação para pessoas com autismo, facilitando o dia a dia.
- O objetivo é tornar a vida diária destas pessoas mais fácil através de avanços na comunicação.
- O artigo faz parte de uma secção com vários episódios de ciência e saúde, entre os quais diagnosticarem AVC mais depressa, melhores imagens para detectar enfartes, tuberculose, entre outros.
- Mantém um tom neutro e informativo, sem opiniões ou julgamentos.
Se tudo correr bem, daqui a dez anos será possível ajudar melhor as pessoas com autismo a compreender algumas emoções e formas de comunicação, facilitando-lhes a vida no dia a dia. O anúncio surge no âmbito de uma série de estudos sobre comunicação e neurodesenvolvimento.
A equipa de investigadores pretende traduzir avanços em ferramentas de expressão emocional e estratégias de interação social para uso diário. A iniciativa visa beneficiar famílias e profissionais de saúde que trabalham com pessoas com autismo.
A notícia faz parte de uma agenda de conteúdos que disponibiliza novos episódios sobre ciência e saúde, com foco em inovações e aplicações práticas. O objetivo é apresentar respostas rápidas a desafios quotidianos.
Mais episódios
- Autismo. Facilitar a comunicação e as relações sociais
- Diagnosticar AVC mais depressa e com mais precisão
- Melhores imagens, menos enfartes
- O mistério das ondas cerebrais
- Tuberculose: novas soluções para um velho problema
- Aula prática. Como apresentar uma boa candidatura?
- Aula prática. Como fazer ciência em Portugal?
- Prever a diabetes antes de a doença aparecer
- Aula prática. O apelo da ciência no estrangeiro
- Aula prática. Partir, ficar ou mudar de profissão?
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