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Cuidados Continuados ganham mais vagas, mas tempos de espera preocupam

Mais vagas nas ECCI e unidades, mas tempos de espera permanecem elevados e persistem assimetrias regionais que afetam o acesso equitativo

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  • Em 2024, a RNCCI registou aumento de vagas em todas as tipologias, com Unidades de Convalescença a crescerem mais 12% e as ECCI a subir 11,5%.
  • No final de 2024, a rede tinha 1.391 vagas em Unidades de Convalescença, 3.333 em Unidades de Média Duração e Recuperação, 5.246 em Unidades de Longa Duração e Manutenção e 6.712 vagas nas ECCI.
  • Continua a haver atraso de utentes na lista de espera, com 1.792 pessoas à espera, sendo cerca de 700 na Longa Duração e Manutenção.
  • Os tempos de espera são elevados em várias regiões, destacando-se Lisboa e Vale do Tejo e o Alentejo.
  • A Entidade Reguladora da Saúde alerta que atrasos podem levar a internamentos prolongados ou altas precoces para casa sem apoio adequado, e insiste na redução de assimetrias regionais e na melhoria da articulação da rede.

As Equipas de Cuidados Continuados Integrados (ECCI) asseguram cuidados de saúde e apoio social no domicílio a pessoas dependentes que não precisam de internamento hospitalar. Integram médicos, enfermeiros, reabilitação e apoio social, integrando a RNCCI.

Dados de monitorização de 2024, divulgados pela ERS, mostram aumento de vagas na RNCCI em todas as tipologias. Crescimento expressivo nas Unidades de Convalescença (+12%) e nas ECCI (+11,5%). Ao final do ano, havia 1.391 vagas em Convalescença, 3.333 em Média Duração e Recuperação, 5.246 em Longa Duração e Manutenção, e 6.712 vagas em ECCI.

Apesar do reforço, persiste a lista de espera, com 1.792 utentes em atraso no final de 2024. Cerca de 700 pessoas aguardavam vagas nas Unidades de Longa Duração e Manutenção. Medianas de espera mantêm-se elevadas em Lisboa, no Grande Porto e no Alentejo.

Acesso e tempos de espera: a maioria da população continental fica a menos de 30 minutos de uma unidade. No entanto, alguns internados continuam a beneficiar de deslocações superiores a uma hora. Persistem diferenças regionais na distribuição de vagas e nos tempos de resposta.

A ERS alerta que atrasos no acesso podem levar a internamentos prolongados ou a altas precoces para o domicílio sem apoio adequado. Mesmo com mais capacidade instalada, sublinha a necessidade de reduzir assimetrias regionais e melhorar a articulação da rede para um acesso mais equitativo.

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