- O ministro da Saúde, Cotrim, reconheceu culpa da ministra da Saúde em relação a uma morte no INEM.
- O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) terá uma investigação pela IGAS sobre o caso da morte.
- A Liga dos Bombeiros Portugueses vai reunir-se amanhã com o INEM.
- Foi aberta uma auditoria interna à chamada do utente que morreu.
- Partidos querem ouvir o presidente da República e a ministra da Saúde sobre a matéria.
A edição das 20h da Rádio Observador apresenta uma síntese de ocorrências no âmbito da saúde e do socorro, com foco em investigações, auditorias e posições oficiais. O dia ficou marcado por casos de morte relacionadas com o INEM e por desfechos políticos relevantes.
Durante a manhã, o INEM foi palco de várias novidades: auditoria interna à chamada do utente que morreu; uma investigação da IGAS para apurar as circunstâncias da morte no Seixal; e declarações de partes envolvidas sobre eventual responsabilidade.
Frente pública, partidos manifestaram interesse em ouvir o presidente e a ministra da Saúde, enquanto Cotrim reconhece culpa da ministra, ao que tudo indica no âmbito de uma nota associada ao caso. Outras informações apontam para uma reunião entre a Liga dos Bombeiros Portugueses e o INEM.
Na sequência, o INEM justificou uma morte por alegada falta de socorro; a IGAS abriu um inquérito específico; e a comunidade política acompanha o desfecho. Em França, a UE afirma que vai responder a qualquer intimidação, numa nota separada.
Investigação e respostas oficiais
Participantes e autoridades ligadas à saúde e aos serviços de emergência seguem em processo de avaliação das falhas, com apelos à transparência. As informações oficiais indicam diligência na averiguação das circunstâncias das ocorrências.
Reações políticas
Parte da oposição e cargos no Governo pedem esclarecimentos sobre os procedimentos do INEM e da gestão de crise. A imprensa acompanha as declarações públicas de representantes do setor.
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