- Não houve registo de casos suspeitos de mpox nas últimas 24 horas, até 4 de janeiro.
- Desde 11 de julho de 2025 foram registados 1.887 casos suspeitos, 1.886 testados e 91 positivos, sem registo de óbitos.
- Dos 91 casos positivos, todos foram recuperados; 80 localizaram-se na província de Niassa, um em Cabo Delgado, quatro em Maputo, três em Tete e três em Manica.
- O Moçambique está sem casos há seis meses, mas não pode declarar o fim do surto devido a casos positivos ainda em Niassa, sendo necessário 60 dias sem positivos.
- A região tem capacidade para até 4.000 testes locais e realizou, em Niassa, uma campanha de vacinação que atingiu 22.022 pessoas em cinco dias; a vacinação utilizou Imvanex (23.500 doses).
Moçambique não registou casos suspeitos de mpox nas últimas 24 horas. O boletim do Ministério da Saúde indica que os 91 doentes já infetados foram dados como recuperados. O país está seis meses sem novos casos desde o anúncio da doença.
Segundo o relatório, desde 11 de julho de 2025 foram registados 1.887 casos suspeitos, dos quais 1.886 foram testados e 91 deram positivos. Não houve registo de óbitos associados à mpox.
Dos 91 casos positivos, 80 ocorreram na província de Niassa, epicentro da doença, seguidos de Cabo Delgado (1), Maputo (4), Tete (3) e Manica (3). Atualmente há apenas um caso suspeito em acompanhamento.
Situação atual e vigilância
Apesar dos recuperados, não se pode declarar o fim do surto. São necessários 60 dias sem qualquer caso positivo para confirmar o encerramento. Niassa mantém casos positivos em seguimento, o que impede a confirmação.
A vacinação em Niassa já atingiu dezenas de milhares de pessoas. Entre 22.022 vacinados nos cinco dias de campanha, a distribuição incluiu contatos de casos confirmados, garimpeiros, guardas de fronteira e profissionais de saúde.
A preparação do país para a mpox inclui capacidade de 4.000 testes diários efetuados localmente, em laboratórios de Saúde Pública nas capitais de província, garantindo resposta rápida.
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