- O título sugere que a dança pode reduzir o risco de demência em 76%.
- Dançar exige que o cérebro realize várias tarefas ao mesmo tempo: acompanhar o ritmo, recordar passos, orientar-se no espaço e responder a um parceiro.
- Para manter o cérebro ativo com o envelhecimento, é indicado explorar diferentes estilos de dança.
- Experimentar várias danças ajuda a encontrar aquele formato que mais agrada.
- A matéria é assinada por Rui Gaudêncio.
Um estudo sobre envelhecimento ativo indica que a dança pode reduzir o risco de demência em até 76%. A ideia é que a prática envolva várias funções cerebrais ao mesmo tempo, favorecendo a manutenção da memória e da orientação espacial.
Durante a dança, o cérebro coordena o ritmo, os passos, o espaço e, por vezes, a resposta a um parceiro. Este conjunto de atividades estimula redes neurais diversas, contribuindo para a reserva cognitiva.
Os investigadores destacam que não há uma única modalidade ideal. Para localizar o estilo mais adequado, sugerem experimentar várias opções e escolher aquela que motive a prática regular, segundo Rui Gaudêncio.
Conclui-se que a dança pode funcionar como ferramenta de envelhecimento ativo, promovendo atividade física, socialização e estimulação cognitiva. Os resultados reforçam a importância de manter hábitos saudáveis para a saúde cerebral.
Os especialistas alertam para a necessidade de mais estudos para confirmar o mecanismo desta relação e para avaliar a generalizabilidade dos resultados entre diferentes populações.
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