- Cerca de duzentos e setenta escolas em Portugal ainda têm tetos e outros materiais com amianto, gerando preocupação entre pais, alunos e professores.
- Em dois mil e vinte e cinco, estes materiais foram retirados apenas de trinta e quatro espaços públicos, nem sempre em conformidade com a lei.
- Cinco anos depois, ainda existem trezentos e oitenta e nove edifícios do Ministério da Educação com este tipo de cobertura nociva para a saúde.
- A remoção deve-se aos riscos de exposição prolongada ao amianto, que pode causar doenças como o cancro, diagnosticadas apenas vinte anos depois.
- Várias instituições questionam o cumprimento das medidas e prazos para eliminar o amianto em espaços públicos, incluindo escolas.
Quase 270 escolas em Portugal mantêm tetos e outros componentes com amianto, sinal de risco para a saúde pública. A situação persiste apesar dos avisos oficiais e da implementação progressiva das remoções.
Em 2025, as intervenções de remoção abrangeram apenas 34 espaços públicos, nem sempre cumprindo os prazos legais. Os atrasos levantam dúvidas sobre a aplicação das normas e a periodicidade de inspeção das estruturas.
O Governo havia indicado que, até 2020, todos os materiais que contivessem amianto deviam ser retirados dos edifícios públicos. Passados cinco anos, ainda existem 389 edifícios do Ministério da Educação com cobertura de amianto.
O objetivo da remoção prende-se com os riscos de exposição prolongada, que podem ter consequências graves para a saúde. Doenças causadas pela inalação de fibras, incluindo cancro, podem manifestar-se apenas décadas depois da exposição.
Várias instituições questionam o ritmo das medidas e as datas previstas para concluir a eliminação do amianto. A preocupação concentra-se na proteção de alunos, docentes e funcionários em escolas públicas.
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