- Voluntários apoiam utentes de vários hospitais do distrito no centro de dia da Liga Portuguesa Contra o Cancro e no Instituto Português de Oncologia do Porto, com dança, música e alegria.
- João Valente, antigo bancário já reformado, tornou-se voluntário e permanece a viver a experiência no IPO do Porto.
- A atividade envolve equilibrar dois ambientes: o piso dos cuidados paliativos e o piso do centro de dia, onde a alegria muitas vezes vence o sofrimento.
- O contacto emocional e a regularidade das sessões ajudam a criar um ambiente de bem-estar para os utentes.
Voluntários apoiam utentes de diversos hospitais do distrito, em projetos no centro de dia da Liga Portuguesa Contra o Cancro e no Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto. A atuação é marcada por ambiente de dança, música e alegria.
João Valente, antes bancário, tornou-se voluntário no IPO do Porto após a reforma. A experiência é descrita como uma montanha-russa emocional, entre o cuidado paliativo e o centro de dia da Liga.
Apoio contínuo e impacto prático são as maiores metas, com atividades que promovem bem-estar e socialização entre utentes e voluntários. O foco é manter uma atmosfera humana e próxima durante as rotinas hospitalares.
Entre dois pisos de cuidado
Valente participa no IPO do Porto, onde interage com utentes em cuidados paliativos, e no centro de dia da Liga, que acolhe quem já não está em internamento. A convivência é marcada pela música, dança e sorrisos.
A direção das instituições valoriza o papel dos voluntários como complemento às equipas médicas, reforçando a importância da componente social na recuperação e no conforto diário dos utentes.
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