- Ângela Pereira, 23 anos, está internada no IPO do Porto com doença oncológica grave há três anos.
- Médicos não têm esperança de vencer o cancro, afirmando que nenhuma das abordagens médicas apresentou eficácia.
- Recentemente passou por transplante de medula óssea e desenvolveu aspergilose invasiva nos pulmões.
- O IPO do Porto confirmou a ausência de tratamentos eficazes disponíveis no momento.
- Ela expressa o desejo de continuar a viver para realizar os seus sonhos.
Ângela Pereira, 23 anos, encontra-se internada no IPO do Porto com uma doença oncológica grave há três anos. O quadro público é de prognóstico reservado e não há indicação de recuperação anunciada pelos médicos. A família mantém o desejo de que a jovem possa continuar a ter sonhos.
Após um transplante de medula óssea, a paciente desenvolveu aspergilose invasiva nos pulmões. O IPO do Porto confirmou que as abordagens médicas disponíveis não apresentaram eficácia no tratamento até ao momento, segundo informações da instituição.
O caso ganhou contornos emocionais ao enfatizar o desejo de Ângela de continuar a viver e a realizar os seus sonhos. Este cenário é descrito pela família como um desafio para manter a esperança frente a uma doença complexa e uma infecção oportunista.
Condição clínica e impacto no tratamento
O Instituto Português de Oncologia do Porto detalha que a aspergilose invasiva é uma infecção grave, associada a alta mortalidade em doentes com imunossupressão. A situação requer monitorização contínua e opções terapêuticas limitadas, sem previsões de melhoria imediata.
Contexto e próximos passos
Perante a gravidade do quadro, a equipa médica mantém o acompanhamento multidisciplinar para avaliar novas abordagens terapêuticas e cuidados de suporte. A instituição não adianta prazos ou cenários, limitando-se a informar os avanços clínicos conforme resultem.
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