- O texto utiliza uma comparação de Epstein com várias espécies para sustentar que ele era humano, não animal.
- Refuta predadores clássicos (lobo, leão, águia) por não reunirem o trio “sexo, poder e dinheiro” que o caracterizava.
- Explora opções como corvo, aracnídeo, roedor, hiena e chimpanzé, mas conclui que nenhuma descrição captura totalmente o seu comportamento.
- Destaca o padrão de jogos de poder, desejo de dominação e associação a elites, sugerindo uma natureza calculista.
- Conclui que Epstein pertence à espécie Homo sapiens, ou seja, ser humano.
A coluna intitulada Epstein bicho analisa a figura de Jeffrey Epstein através de metáforas animais para enquadrar o seu comportamento. O texto questiona que espécie adequada poderia descrever o magnata.
O autor descartou várias espécies, começando por predadores como lobos, leões, ursos, chitas e linces, argumentando que Epstein não caçava por malícia, mas por poder, sexo e dinheiro.
Segue uma análise de aves e aracnídeos. Primeiro, sugere corvos pela inteligência, mas afirma que faltar-lhe-ia o apetite carnal. Depois pondera a teia de relações estabelecida por Epstein.
Entre os mamíferos, o texto avalia roedores como inadequados, pela complexidade de sedução. A hiena é descartada pela associação a contextos de poder institucional. A pergunta persiste: quem seria afinal?
Por fim, o autor propõe o chimpanzé como semelhança provável, pela combinação de jogo de poder, desejo e inteligência. Contudo, reconhece o problema de reduzir Epstein a um simples animal.
A conclusão do texto afirma que Epstein, pela soma de características, pertence à espécie humana, pertencente ao gênero Homo e à espécie H. sapiens, com foco em poder, dinheiro e influência.
Entre na conversa da comunidade