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Onda de solidariedade para família da Trofa após incêndio

Fogo destrói casa e tira a vida a um morador na freguesia do Muro; solidariedade doada e Câmara da Trofa procura solução de arrendamento para a família

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Interior da casa, situada na freguesia do Muro, ruiu na totalidade
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  • O incêndio na freguesia do Muro, Trofa, destruiu a casa da família e tirou a vida a um morador, o massagista Carlos Teixeira, de 44 anos.
  • Um apelo feito no clube gerou uma grande onda de solidariedade, com doações de roupas, comida e brinquedos para o filho de cinco anos da família.
  • A Câmara da Trofa acompanha o caso e procura soluções habitacionais, incluindo apoio ao arrendamento, na própria freguesia ou nas imediações.
  • A casa incendiada não era propriedade da família; eles ficaram acolhidos temporariamente por familiares, enquanto se estudam as opções de habitação.
  • A decisão sobre o que se fará a seguir depende da vontade da família, que trabalha no campo e tem recebido ajuda de amigos e da comunidade; o luto ainda está em curso, com funeral ainda por realizar.

O fogo destruiu uma habitação na freguesia do Muro, Trofa, durante a tarde de terça-feira, levando à perda total da casa onde vivia a família de Carlos Teixeira, massagista do FC S. Romão. Um morador morreu no incêndio, e a residência ficou reduzida a cinzas.

A tragédia atingiu a família que ocupava a casa antiga de lavoura, entretanto não habitável. O fogo obrigou os familiares a procurar abrigo junto de parentes. A tragédia mobilizou solidariedade local de forma rápida através das redes sociais.

Ricardo Silva, presidente do FC S. Romão, lançou o apelo para ajudar a família do massagista. O apoio cresceu de forma inesperada, com donativos em dinheiro, roupas e comida a chegar de várias regiões, incluindo Leiria. Brinquedos também foram solicitados para a criança.

A Câmara da Trofa acompanha a família e procura soluções habitacionais, assegurando apoio ao arrendamento. Sérgio Araújo, autarca local, já esteve no terreno com a junta para avaliar opções na freguesia, próximas do antigo domicílio.

A opção mais viável é arrendar uma casa na mesma zona, perto dos locais de trabalho, segundo o município. Contudo, a decisão final depende da vontade da família, que trabalha no campo para sustentar-se.

Até ao momento, o autarca sublinha a necessidade de respeitar o luto, uma vez que ainda não houve funeral. A autarquia compromete-se a acompanhar o processo e a facilitar a transição habitacional quando houver confirmação de necessidades.

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