- Hugo Soares, secretário-geral do PSD, afirmou que o partido está a promover uma “mudança tranquila” e “despida de ideologia” no país.
- O comentário surge numa altura em que o ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho tem apontado falta de reformas.
- Desafiou o PS e o Chega a chegar a acordos, com foco na Lei da Nacionalidade.
- Acusou o líder do PS, José Luís Carneiro, de querer “decretar a morte” das negociações do pacote laboral.
- O objetivo é alcançar consenso entre as forças políticas para estas matérias.
Hugo Soares, secretário-geral do PSD, afirmou na terça-feira que o partido, no Governo, está a promover uma mudança considerada tranquila e despida de ideologia no país. A mensagem circula num momento de crítica a reformas orquestradas pelo anterior executivo.
Soares também desafiou o PS e o Chega a encontrarem consensos, com foco na Lei da Nacionalidade, área plasmada como prioritária para desbloquear negociações políticas de base governativa.
O dirigente social-democrata reforçou que a abordagem permanece centrada em medidas práticas e de execução, sem recorrer a mudanças profundas de filosofia partidária, segundo a versão apresentada.
A intervenção acontece num contexto de negociações sobre o pacote laboral, com Pedro Passos Coelho a alertar para uma suposta falta de reformas, relação que o PSD procura clarificar na forma de diálogo com outras bancadas.
Por terem origem no Governo, as propostas e negociações mantêm-se vulneráveis a acordos entre os principais partidos, incluindo PS e Chega, sem indicação de prazos ou conclusão definidos.
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