- Dois italianos detidos pelas tropas israelitas após a interceção da flotilha Global Sumud regressaram a Itália na quinta-feira.
- O jornalista Alessandro Mantovani, que seguia na flotilha, afirmou ter sido alvo de pontapés nas pernas e de socos na cara durante a detenção.
- Mantovani descreveu o centro de detenção como “um lugar de terror”.
- A denúncia é transmitida pela Associated Press (AP), a partir de informações disponíveis em 21 de maio de 2026, às 17:26.
- A reportagem atualiza a narrativa sobre o incidente envolvendo jornalistas e membros da flotilha interceptada.
Dois barcos da flotilha Global Sumud, interceptada pelas tropas israelitas, tiveram os seus tripulantes detidos durante a operação. Os dois italianos regressaram a Itália na quinta-feira e já descreveram a intervenção como violenta. A carga de eventos permanece sob investigação pelas autoridades.
O jornalista Alessandro Mantovani, que integrava a flotilha, afirmou ter sido alvo de agressões físicas durante a detenção, incluindo pontapés às pernas e golpes na cabeça. Mantovani descreveu o centro de detenção como um local de elevado temor, sem oferecer mais detalhes sobre o tratamento recebido.
Relatos de violência durante a detenção já foram partilhados por outra pessoa envolvida na missão, mas ainda não foram verificados de forma independente pela imprensa. A flotilha Global Sumud partiu com o objetivo de demonstrar apoio humanitário, segundo informações iniciais.
Os dois detidos completaram o regresso a Itália, onde pretendem prestar depoimento às autoridades competentes. Não foram divulgados novos detalhes sobre o estado de saúde ou sobre o número total de pessoas detidas durante a operação. As informações seguem em apuração pelas redações.
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