Em Alta Eleições 2026 políticafuteboldesportoPortugalinternacionaisgovernopessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Empresas de média pedem a Israel acesso de jornalistas estrangeiros a Gaza

Editoras globais apelam a Israel para permitir a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza, visando cobertura independente e sem censura

Camionista recolhe ajuda humanitária destinada a Gaza, enquanto os jornalistas visitam o lado palestiniano do posto fronteiriço de Kerem Shalom,19 de dezembro de 2024
0:00
Carregando...
0:00

Os maiores grupos de comunicação social apelaram a Israel para permitir a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza, para reportarem de forma independente. O pedido foi feito na quinta-feira por organizações como a Associated Press, BBC, CNN, MS NOW, Reuters, dpa e The Washington Post. A intenção é obter acesso direto ao terreno, independentemente, para questionar versões oficiais e ouvir civis.

Os editores afirmam que estar no terreno é essencial para uma cobertura fiável, especialmente após o cessar-fogo observado recentemente e o fim dos combates mais intensos. Questionam as justificações de Telavive para manter as restrições, sublinhando que há um mecanismo para entrada de trabalhadores humanitários, mas não para jornalistas.

Contexto de acesso e risco

Israel tinha dito que a proibição visava proteger soldados e evitar a divulgação de posições. A defesa de que Gaza é uma zona de combate continua entre as justificações. Ainda assim, as organizações destacam que a presença de repórteres estrangeiros é crucial para a verificação de informações.

Impacto na cobertura e vítimas entre jornalistas

A ausência de jornalistas internacionais deixa a cobertura principalmente a cargo de profissionais locais, que também enfrentam riscos significativos. Em mensagem anterior, a AFP já tinha alertado para dificuldades de subsistência entre repórteres palestinianos.

Mais de 200 jornalistas e profissionais da comunicação morreram no conflito, segundo o Comité para a Proteção dos Jornalistas. Entre as vítimas estavam Mariam Dagga, de 33 anos, freelancer para AP, Hussam al-Masri, da Reuters, e Moaz Abu Taha, também ligado à Reuters, mortos num ataque a uma instalação médica em agosto.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais