- Novo ataque com míssil atingiu o petroleiro de bandeira grega MARAN HOMER, ao largo do porto de Novorossiysk, no Mar Negro, neste sábado de manhã.
- A bordo seguiam 24 tripulantes: 10 gregos, 13 filipinos e 1 romeno; todos se encontram bem de saúde.
- O Governo helénico expressou preocupação com a escalada da tensão na navegação internacional e anunciou protestos, se necessário, a nível do Conselho Europeu.
- O ministro Vassilis Kikilias indicou que o incidente pode estar ligado a pressões geopolíticas na região, incluindo decisões de reabrir parcialmente o tráfego petrolífero russo.
- O Ministério da Marinha Mercante informou que o navio estava sem carga e tinha zarpado de Salónica com destino a Novorossiysk, tendo sido fretado pela Chevron.
O petroleiro de bandeira grega MARAN HOMER foi alvo de um ataque com míssil no Mar Negro, próximo de Novorossiysk, Rússia, este sábado de manhã. O navio, sem carga, seguia em direção a esse porto e não houve relato de feridos entre a tripulação. No total, a embarcação traz 24 marítimos, dos quais 10 são gregos, e todos se encontram bem de saúde.
O Governo grego expressou preocupação com a escalada da tensão na navegação internacional. O ministro da Navegação e da Política Insular, Vassilis Kikilias, informou ao primeiro-ministro e ao ministro dos Negócios Estrangeiros e indicou que a Grécia irá apresentar protestos, inclusive ao nível do Conselho Europeu, sempre que for necessário.
Segundo o ministério, o MARAN HOMER zarpou de Salónica com destino a Novorossiysk e estava sem carga no momento do ataque. Além de 10 gregos, a tripulação incluiu 13 filipinos e 1 romeno. A embarcação foi fretada pela Chevron, garantindo atuação de navegação de empresas gregas na região.
Detalhes do incidente
Kikilias afirmou que o episódio pode estar ligado a pressões geopolíticas mais amplas, incluindo decisões recentes sobre o uso parcial do tráfego petrolífero russo. O ministro reforçou que a marinha mercante deve manter distância de conflitos para evitar impactos no comércio internacional.
A Marinha Mercante grega destacou que, apesar do susto, não houve danos graves ao navio e que a tripulação continua a cumprir as suas funções. A autoridade informou que continua a monitorizar a situação e a coordenar com parceiros internacionais para apurar responsabilidades.
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