- Pelo menos sete mortos e 21 feridos no ataque israelita à orla marítima de Beirute; é o terceiro ataque à capital libanesa desde o início do conflito com o Irão.
- Várias cidades do Líbano foram atingidas, com Beirute a apresentar mais zonas em chamas.
- O Hezbollah confirmou ter lançado foguetes, mísseis e drones contra Telavive e outras regiões no norte de Israel.
- O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu a Israel que suspenda a ofensiva terrestre no Líbano e contra o Hezbollah, após conversa com o presidente libanês.
- Em outubro de 2024, Israel invadiu o Líbano num escalada do conflito; autoridades libanesas dizem ter mais de seiscentos e trinta mortos e mais de oitocentos mil deslocados.
Pelo menos sete mortos e 21 feridos é o saldo de ataques israelitas na última noite, no Líbano. O Ministério da Saúde libanês confirmou as vítimas numa incursão que atingiu a orla marítima do centro de Beirute. Várias cidades foram impactadas, com Beirute a registar mais zonas em chamas. O conflito envolve o confronto entre Israel e o Irão, através do grupo Hezbollah.
Beirute foi a cidade mais afetada neste terceiro ataque à capital desde o início do confronto com o Irão. Além disso, o Hezbollah reivindicou terem sido lançados foguetes, mísseis e drones contra Telavive e outras zonas no norte de Israel.
Reação internacional
O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu a Israel que suspenda a ofensiva terrestre no Líbano e contra o Hezbollah, após contactos com o Presidente libanês, Michel Aoun. O Líbano está imerso na escalada entre Telavive e o Hezbollah, associada a uma ofensiva que já teve múltiplas fases desde outubro de 2024.
Em outubro de 2024, Israel invadiu o Líbano como parte da escalada entre Telavive e o Hezbollah, resultando na morte de centenas de pessoas, segundo autoridades libanesas, e no registo de deslocações de milhares de residentes. A situação regional mantém-se tensa e volátil.
Entre na conversa da comunidade