- Na madrugada de quarta para quinta-feira, foram atacados mais dois petroleiros no Golfo Pérsico, ao largo da costa iraquiana.
- O total de navios atingidos subiu para seis em quarenta e oito horas, segundo o que envolve Estados Unidos, Israel e Irão.
- A guerra, que começou pelo ar, passa a concentrar-se no mar.
- Existem dezenas de navios à entrada do estreito de Ormuz ou no Golfo Pérsico sem saber quando poderão passar.
O Irão intensificou a pressão marítima como desdobramento da tensão regional. Na madrugada de quarta para quinta-feira, foram atacados dois petroleiros no Golfo Pérsico, ao largo da costa iraquiana, elevando para seis o total de navios atingidos em 48 horas. A operação ocorre num contexto de confronto entre Estados Unidos, Israel e Irão.
Os ataques ampliam uma ofensiva que começou no ar e ganhou o mar como palco principal. Entre as bombas e ações de sabotagem, o objetivo é pressionar o fluxo de petróleo na região, sinalizam analistas.
Segundo fontes próximas das operações, dezenas de navios aguardam à entrada do estreito de Ormuz ou dentro do Golfo Pérsico a possibilidade de passagem, sob maior incerteza quanto aos tempos de trânsito.
O novo ayatollah prometeu manter a pressão no estreito de Ormuz, ponto estratégico para o transporte de crude. Analistas avaliam que as ações militares recentes pretendem forçar mudanças de rota ou reforçar a presença militar na região.
Autoridades locais não detalharam as causas imediatas dos ataques, mas descrevem o clima de insegurança que envolve as operações portuárias e o tráfego de mercadorias na área do Golfo. O evento aumenta a preocupação sobre a estabilidade do abastecimento global.
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