- Ainda não há sinais de uma vaga migratória vinda do Irão, mas as autoridades preparam-se para, potencialmente, uma vaga saída.
- Se 10% dos 90 milhões de iranianos saíssem, o impacto seria significativo, equiparando fluxos de refugiados das décadas recentes.
- Cidades enfrentam falta de eletricidade e de comunicações, com ataques frequentes, em meio a uma guerra que se agravou após um período de instabilidade.
- Protestos em massa contra o Governo resultaram em milhares de mortos e prisões em poucos dias.
- Em 2025, já havia dúvidas entre ficar ou partir, acompanhando a incerteza entre os iranianos.
Ainda não há sinais de uma vaga migratória vinda do Irão, mas autoridades e países vizinhos estão a preparar-se para esse cenário, caso se concretize.
Segundo estimativas, mesmo que 10% da população, cerca de 9 milhões de iranianos, deixasse o país, o fluxo potencial poderia rivalizar com os refugiados das décadas recentes.
O contexto atual é marcado por cidades sem electricidade e sem comunicações, além de ataques frequentes. A crise decorre de um período de instabilidade, com protestos maciços contra o Governo que resultaram em milhares de mortos e detenções.
A dúvida entre sair ou ficar já se fazia sentir em 2025, num cenário em que conflitos e tensões internas se entrelaçam com pressões económicas e sociais, alimentando a incerteza sobre o futuro dos iranianos.
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