- Faz uma semana desde os ataques dos EUA e de Israel contra o Irão, alegando eliminar ameaças nucleares, com centenas de mortos, incluindo o líder supremo Ali Khamenei.
- Em retaliação, Teerão lançou mísseis e drones contra território israelita e bases norte‑americanas no Médio Oriente.
- No sábado, o presidente iraniano pediu desculpa aos países vizinhos e prometeu não atacar “a menos que sejam atacados primeiro”.
- Apesar disso, os bombardeamentos continuam.
- Este é um resumo dos principais desenvolvimentos da guerra no Médio Oriente.
O Irão afirmou que não atacaria países vizinhos, mas os bombardeamentos continuam após uma semana de confrontos com os Estados Unidos e Israel. Pequenas e grandes ações militares foram reportadas na região, com centenas de mortos, incluindo o líder supremo aiatolá Ali Khamenei segundo algumas fontes. A resposta ocidental foi apresentada como tentativa de eliminar ameaças nucleares.
Em retaliação, Teerão lançou mísseis e drones contra território israelita e bases norte-americanas em vários países do Médio Oriente. Autoridades iranianas não confirmaram todos os alvos, mas multiplicaram-se relatos sobre ataques de larga escala e choques entre forças aliadas na região.
No sábado, o presidente do Irão pediu desculpa aos países vizinhos e prometeu não atacar “a menos que sejam atacados primeiro”, segundo a imprensa local. Apesar disso, os bombardeamentos e ataques prosseguem, com impactos ainda não totalmente verificados.
Desdobramentos
- Observadores apontam uma escalada contínua que complica a procura de desanuvamento regional.
- Fontes militares não confirmadas indicam mobilização de reforços em várias frentes no Médio Oriente.
- Organizações humanitárias pedem vias de proteção para civis afetados pelo conflito.
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