- O novo cemitério de Carrazeda de Ansiães, construído em 2001, nunca recebeu funerais devido a contestação popular e dúvidas sobre a drenagem.
- Ficou abandonado durante quase 25 anos, ganhou mato no interior, foi vandalizado e tornou-se numa das obras mais polémicas do concelho.
- A Câmara Municipal investiu cerca de 300 mil euros para recuperar o espaço.
- Agora, após a intervenção, o município prepara-se para colocar o cemitério ao serviço da comunidade.
- O projeto original teve um investimento municipal de cerca de 1,2 milhões de euros.
O novo cemitério de Carrazeda de Ansiães, erguido em 2001, nunca recebeu funerais. O projeto contou com um investimento municipal de cerca de 1,2 milhões de euros, mas ficou sempre controverso devido a dúvidas sobre a drenagem.
Durante quase 25 anos o espaço permaneceu abandonado, coberto de mato e vandalizado. A obra tornou-se uma das mais polémicas do concelho, suscitando contestação popular ao longo do tempo.
Agora, após uma intervenção de cerca de 300 mil euros, a Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães prepara-se para colocar o cemitério ao serviço da comunidade.
Intervenção e perspetivas
A recuperação envolveu trabalhos de melhoria de drenagem, acessos e instalações, bem como a reabilitação de áreas verdes e de segurança. O objetivo é proporcionar condições adequadas para funerais e serviços fúnebres.
Fontes municipais indicam que o objetivo é abrir o espaço assim que conclua a última fase de adaptação. Não foram avançadas datas oficiais para a abertura ao público.
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