- O Governo pediu a Bruxelas apoio do Fundo de Solidariedade da União Europeia (FSUE) para prejuízos superiores a 5,3 milhões de euros resultantes do mau tempo.
- O pedido resulta de um conjunto de sete tempestades entre 22 de janeiro e 15 de fevereiro, com ventos superiores a 130 quilômetros por hora e precipitação recorde.
- Os fenómenos causaram danos em habitações, infraestruturas de água, energia e comunicações, além de impactos em portos, hospitais, escolas, património e atividade económica.
- A candidatura visa ajudar na reconstrução de infraestruturas públicas e nas intervenções de emergência.
- O ministro da Economia, Castro Almeida, disse que Portugal é um exemplo do impacto das alterações climáticas e que se pretende tornar territórios e infraestruturas mais resilientes; o FSUE apoia Estados-membros em catástrofes naturais graves.
O Governo pediu a Bruxelas apoio do Fundo de Solidariedade da União Europeia para prejuízos superiores a 5,3 milhões de euros, devido ao mau tempo. A candidatura destina-se a mais de 5,3 milhões de euros em danos na região Centro, entre 22 de janeiro e 15 de fevereiro.
O país foi atingido por um comboio de tempestades com sete fenómenos, ventos acima de 130 km/h e precipitação recorde. Cheias, deslizamentos e agitação marítima agravaram danos em infraestruturas públicas, portos, hospitais e escolas.
A candidatura visa apoiar a reconstrução de infraestruturas públicas e intervenções de emergência, incluindo habitação, água, energia e comunicações. O objetivo é também reforçar a resiliência dos territórios frente a futuros eventos climáticos extremos.
Contexto
O Fundo de Solidariedade da UE presta apoio financeiro aos Estados-membros após catástrofes naturais graves ou emergências de saúde pública. O Governo mantém ainda estudo de impactos econômicos em áreas afetadas. O ministro da Economia, Castro Almeida, sublinha a necessidade de preparar territórios para eventos climáticos.
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