- O Instituto Politécnico de Bragança propõe tornar-se universidade para atrair mais financiamento e estudantes nacionais.
- A ideia foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Geral e foi apresentada ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação.
- O IPB defende que o novo estatuto pode ampliar o financiamento e facilitar a construção de infraestruturas, como a escola de Saúde, com verbas próprias.
- A instituição acolhe mais de dez mil estudantes de mais de cinquenta nacionalidades, com taxa de internacionalização superior a trinta e cinco por cento, e sustenta a melhoria da captação de alunos nacionais.
- A proposta baseia-se numa oferta formativa nos três ciclos, três doutoramentos próprios, seis Unidades de Investigação avaliadas positivamente e um Laboratório Associado, com o Orçamento do Estado representando menos de cinquenta por cento das receitas.
O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) propôs ao Ministério da Educação tornar-se universidade, alterando o seu estatuto para reforçar financiamento e atrair mais alunos nacionais, segundo avançou à Lusa o presidente da instituição.
A proposta foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Geral e já foi enviada ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação, após parecer favorável do Conselho Permanente e do Conselho Técnico-Científico. O IPB analisa alterações ao Regime Jurídico de Instituições de Ensino Superior.
Segundo o IPB, a mudança pode melhorar as perspectivas de financiamento, financeira e infraestrutura. O presidente, Orlando Rodrigues, destacou que o IPB tem vindo a gerir verbas de forma plurianual para obras como a escola de Saúde, e vê na passagem a universidade uma via de maior captação de recursos.
O IPB acolhe mais de 10 mil estudantes de mais de 50 nacionalidades, com taxa de internacionalização superior a 35%. A instituição defende que o estatuto de universidade permitirá também ampliar o leque de cursos, incluindo alguns que passam a estar disponíveis apenas neste regime.
O processo baseia-se em uma oferta formativa tripla, com doutoramentos próprios, e numa estrutura científica robusta, com seis Unidades de Investigação avaliadas positivamente pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. O orçamento representa menos de 50% das receitas vindas do Estado.
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