- Fátima Lopes recorda a infância em Moçambique, onde enfrentou racismo por ser branca e chegou a pedir à mãe para regressar a Portugal.
- Relembra o início da carreira na televisão, com um casting que acabou por abrir o caminho profissional.
- Aos 27 anos já sentia um vazio, mesmo tendo sucesso, o que a levou a procurar respostas e a trabalhar a espiritualidade e o bem‑estar psicológico.
- A apresentadora deixa o aviso: se não sorrir, fiquem preocupados.
Fátima Lopes, uma das mais conhecidas apresentadoras portuguesas, participou no programa Siopa Convida, da Correio da Manhã Rádio, com Duarte Siopa. A entrevista abordou a infância e os percursos profissionais da jornalista.
Na sua infância em Moçambique, a apresentadora recorda dificuldades na escola devido ao racismo ligado à sua pele branca, o que a levou a considerar regressar a Portugal. O testemunho visa explicar o modo como enfrentou o choque cultural.
O regresso à televisão surgiu de forma inesperada, com um casting que marcou o início da sua carreira. Aos 27 anos, revelou ter sentido um vazio mesmo tendo alcançado sucesso e estabilidade.
Essa inquietação levou-a a explorar a espiritualidade e o bem-estar psicológico, procurando respostas para a vida pessoal e profissional. Ela sublinha a importância de manter a alegria e o equilíbrio.
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