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David Carreira emociona-se ao recordar infância e irmã Sara

David Carreira recorda infância no hospital e a dedicação da mãe; a memória de Sara guia a associação criada pela família para transformar dor em ação

David Carreira recorda infância no hospital e a força da mãe, e fala de Sara Carreira: "Ela está lá em cima a olhar"
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  • David Carreira revelou, numa entrevista à SIC Mulher, ter nascido com uma doença rara que o levou a ficar cerca de um ano no hospital, com a mãe ao lado.
  • O pai, Tony Carreira, esteve ausente por motivos profissionais, já que atuava em concertos, fortalecendo o papel da mãe Fernanda Antunes na sua infância.
  • A conversa recordou a irmã Sara Carreira, falecida em 2020, e a forma como a família a mantém presente através de uma associação criada em honra dela.
  • David explicou que a memória de Sara o guia e que sente que ela “está lá em cima a olhar”, mantendo a vontade de transformar a ausência em ação através da associação.

David Carreira revelou details sobre a sua infância marcada pela hospitalização e pela presença constante da mãe, numa entrevista à SIC Mulher. O artista recordou o tempo em que nasceu com uma doença rara que o manteve no hospital por quase um ano, entre idas e vindas, sempre com Fernanda Antunes ao lado.

A conversa, conduzida por Carolina Patrocínio no programa What’s Up! TV, abordou também o papel da família na sua vida. O pai, Tony Carreira, estava frequentemente ausente devido aos compromissos profissionais, o que fortaleceu a ligação com a mãe.

O tema houve ainda memória de Sara Carreira, a irmã já falecida em 2020. David explicou que a presença da irmã permanece activa na sua vida através da associação criada pela família, com o objetivo de transformar a ausência em ação e apoiar quem precisa.

Memória de Sara

David Carreira sublinhou que a irmã continua a acompanhar as suas escolhas. Acredita que Sara estaria orgulhosa da sua evolução e do contributo que a associação pode ter na vida de outros jovens.

A associação associada a Sara é apresentada como forma de continuidade da sua memória, indo além da lembrança pessoal. O artista enfatizou o desejo de que alguém possa dizer, no futuro, que a sua intervenção mudou vidas através do projeto da irmã.

Entre a dor da perda e a permanência de memórias, o cantor afirma que o tempo transforma o que não se vê, sem apagar. Existem presenças que continuam a orientar decisões e caminhos.

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