- Cláudio Ramos, aos 53 anos, diz não ter mais ambições no pequeno ecrã e apresenta-se em pleno na vida profissional.
- O que o satisfaz é apresentar as manhãs do programa Dois às 10, na TVI, visto como o seu sonho e objetivo de vida.
- Acredita que a experiência no terreno e a empatia com as emoções das pessoas vêm da observação na rua, não de formação académica.
- Planeia uma reforma ativa aos 55 anos, escolhendo projetos que lhe garantam horários mais tranquilos.
- Mantém pausas de dois anos entre lançamentos de livros para “formatar a cabeça” e preservar as raízes alentejanas, assegurando uma vida normal e privada.
Aos 53 anos, Cláudio Ramos afirma não ter perspetivas de novas ambições no pequeno ecrã, sentindo-se numa fase de plenitude profissional. O apresentador de Dois às 10, da TVI, diz que o seu grande objetivo é apresentar as manhãs, o que considera o seu sonho.
A explicação de Ramos assenta na experiência prática: a bagagem chega pela observação e pela vida no terreno, não por formação académica. A empatia com o que vive o público surge ao acompanhar a dor e a alegria de quem o rodeia.
Quanto ao futuro, o apresentador planeia uma reforma ativa aos 55 anos, escolhendo projetos que permitam horários estáveis. No que toca à escrita, admite pausas de dois em dois anos para manter a cabeça fresca e evitar rotinas.
Defensor da privacidade, Ramos diz que a vida não é um reality show e mantém as raízes alentejanas. Reforça a responsabilidade de proteger os seus, mantendo-se próximo do seu espaço e da normalidade do dia a dia.
No terreno afetivo, o amor continua a ser motor fundamental, podendo ter várias tonalidades, mas sempre presente na gestão das prioridades pessoais e profissionais.
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