- O escritor Pedro Chagas Freitas, de 46 anos, confessa ter mudado fisicamente e deixado a vaidade em segundo plano para dar lugar a outras prioridades.
- No Instagram, publicado na segunda-feira 9, ele partilha a observação do filho de 8 anos ao ver uma foto antiga: “Benjamim, sabes quem é este? Parece o meu pai”, e questiona se é ele, mas parece vaidoso.
- Ele descreve a vaidade como algo que a idade desconstrói, reformulando-a, num “up-grade” que não quer ser perfeito e que se joga menos para fora e mais para dentro.
- O escritor afirma sentir vaidade pela família, pelos leitores que o apoiam e pelas escolhas que o ajudam a ser uma pessoa melhor, sem ligar muito à aparência externa.
- Conclui que a pessoa na imagem não era ele e que a beleza é percebida, mudando com o tempo; o filho percebe quem ele é, mas já não é exatamente quem era.
Pedro Chagas Freitas, escritor de 46 anos, fez um desabafo público na rede social Instagram a 9 de outubro sobre mudanças físicas recentes e a ambição de vaidade que cedeu lugar a prioridades mais profundas.
O texto comenta a reação do filho de 8 anos ao ver uma foto antiga: Benjamim reconhece o pai, mas nota que ele parece vaidoso. A cena serve de ponto de partida para a reflexão do escritor.
Segundo ele, a idade desconstrói a vaidade e propõe um reconfigurar da autoestima. A nova vaidade passa a nascer de dentro para fora, com foco em elementos interiores e na qualidade de quem é, não apenas de como se vê por fora.
Freitas reforça que há vaidade valorizada pela família, pelos leitores e pelas escolhas diárias que o tornam uma pessoa melhor. O interesse fica na essência, naquilo que pode ser diferente com o passar dos dias.
No desfecho, o autor admite ter sido vaidoso no passado, mas afirma ter crescido. A imagem antiga mostra uma passagem de ser para o que se tornou, sugerindo que a beleza é uma construção que evolui com o tempo.
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