- Uma cozinheira que trabalhou na mansão de Neymar, no Rio de Janeiro, entre julho do ano passado e fevereiro deste ano, moveu ação contra o jogador e a empresa que a contratou.
- Alega ter sofrido lesões físicas por trabalhar 16 horas por dia, cozinhando para mais de cento e cinquenta pessoas, incluindo amigos do jogador; o horário dito era das 7h00 às 17h00, mas acabava por ficar até à meia-noite.
- Afirma ter desenvolvido problemas na coluna e na anca por transportar peças de carne e utensílios pesados na casa, e exige o pagamento de despesas médicas e uma pensão.
- Os advogados dizem que as funções incluíam carregar carne de peso médio de 10 quilos, controlar frigoríficos, carregar e descarregar compras, com longos períodos de pé, incluindo fins de semana.
- O salário-base era de cerca de 654 euros, mas as horas extra elevavam a média para cerca de 1.200 euros; o total de indemnizações pediu fica em torno de 43 mil euros, incluindo despesas médicas e danos morais.
Uma cozinheira que trabalhou na mansão de Neymar, no Rio de Janeiro, entre julho do ano passado e fevereiro deste ano, moveu um processo contra o jogador e a empresa que a contratou. Alegadamente, sofreu lesões por cumprir 16 horas diárias de trabalho, cozinhando para mais de 150 pessoas.
Segundo a queixa, o horário era das 7h00 às 17h00, mas a mulher acabava por ficar até à meia-noite em várias ocasiões. Tratava do pequeno-almoço e do jantar do internacional brasileiro, que frequentemente recebia amigos na casa.
A cozinheira afirma ter desenvolvido alterações na coluna e na anca devido ao transporte de carne e utensílios pesados. Exige cobrir despesas médicas e uma pensão, para além de danos morais.
Alegações técnicas
Os advogados da cozinheira descrevem cargas de trabalho físicas intensas, incluindo o manuseamento de peças de carne com peso médio de 10 quilos e o controlo de frigoríficos, além de carregar sacos pesados na residência.
O salário base seria de cerca de 654 euros mensais, com rendimento médio de 1.200 euros devido a horas extra. Alega ter sido contratada para dias úteis, mas executou funções aos fins de semana, inclusive domingos.
A pretensão incluiu pagamento de despesas médicas e horas extra em atraso, bem como várias indemnizações. O montante total solicitado é de cerca de 43 mil euros.
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