- O Nissan Leaf venceu o Women’s Worldwide Car of the Year (WWCOTY), eleito por oitenta e cinco especialistas de cinquenta e cinco países.
- O Leaf ficou entre seis finalistas escolhidos a partir de cinquenta e cinco modelos lançados em 2025 em pelo menos dois continentes.
- A organização destacou o Leaf pela fórmula de equilíbrio e pela visão madura da electrificação, indo além de dados técnicos.
- O presidente e CEO da Nissan, Ivan Espinosa, afirmou que o Leaf ajudou a tornar a condução eléctrica parte do mainstream e que a nova geração mantém essa missão.
- O WWCOTY é o único prémio automóvel do mundo composto exclusivamente por jornalistas mulheres, que avalia critérios como segurança, qualidade, preço, design, facilidade de condução e pegada ambiental.
O Nissan Leaf foi eleito o Carro do Ano pelo Women’s Worldwide Car of the Year (WWCOTY), num júri composto por 85 especialistas de 55 países. O elétrico ficou entre seis finalistas, vencedores das respectivas categorias, escolhidos de um conjunto de 55 modelos apresentados em 2025.
O prémio destaca o Leaf pela sua fórmula de equilíbrio entre desempenho, conforto e utilidade prática. A organização sublinha que a escolha não se baseia apenas em dados técnicos, mas na forma como o veículo satisfaz necessidades reais do dia a dia.
O que mudou com o Leaf
O Leaf atual apresenta uma linha de design que o aproxima de um crossover SUV compacto, mantendo a identidade elétrica. O modelo destacouse entre os finalistas pela capacidade de atrair utilizadores que procuram mobilidade elétrica acessível e versátil.
A Nissan indica que a nova geração do Leaf reforça a transição para o elétrico, com o objetivo de facilitar a condução e ampliar a adoção global. O CEO da Nissan lembrou que o veículo conquistou o mainstream da propulsão eléctrica, mantendo a visão de ampliar o acesso.
Sobre o prémio e o objetivo do WWCOTY
O WWCOTY é único grupo de prémios automóvel composto exclusivamente por jornalistas femininas, com foco na mobilidade como motor de igualdade de género. Além dos critérios tradicionais (segurança, qualidade, preço, design, usabilidade e pegada ambiental), pretende dar voz às mulheres no setor.
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