- O Instituto Superior Técnico está a investigar complexos bisditiolatos de ouro com potencial anticancerígeno e atividade antibacteriana.
- Os compostos são pequenas moléculas orgânicas que envolvem um átomo de ouro e apresentam propriedades electrónicas e biológicas únicas.
- A equipa portuguesa estuda-os para tratar o cancro do ovário.
- Uma cientista, Dulce Belo, segura cristais do complexo visto na notícia.
O Instituto Superior Técnico está a investigar complexos bisditiolatos de ouro, pequenas moléculas orgânicas que coordinam um átomo de ouro, com potencial aplicação no tratamento do cancro do ovário. Além disso, apresentam atividade antibacteriana, abrindo caminhos para novas abordagens terapêuticas.
Os compostos destacam-se pelas suas propriedades electrónicas e biológicas únicas, que justificam o interesse científico. A investigação foca-se na possibilidade de explorar estes materiais como ferramenta no combate ao cancro.
A investigadora Dulce Belo está envolvida no estudo, que envolve o manuseamento de pequenos cristais do complexo em análise. O projeto procede em Portugal, no IST, com interesse em avaliar segurança e eficácia preliminares.
Complexos bisditiolatos de ouro
A equipa pretende compreender como estes complexos podem atuar no cancro do ovário e, ao mesmo tempo, revelar potenciais propriedades antibacterianas. Resultados promissores podem exigir investigações adicionais em fases distintas.
O esforço de investigação visa consolidar conhecimento sobre a viabilidade clínica destes materiais. A comunidade científica acompanha o avanço do estudo, que decorre no IST com colaboração contínua e avaliação de dados experimentais.
Fonte: Instituto Superior Técnico
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