- Tribunal de Paris condenou dez arguidos (8 homens, 2 mulheres, entre 41 e 65 anos) por cyberbullying contra a primeira-dama Brigitte Macron, com penas de quatro a oito meses de prisão suspensa e formação sobre cyberbullying.
- Um dos arguidos foi condenado a seis meses de prisão efetiva por faltar à audiência, segundo o jornal Le Figaro.
- O julgamento decorreu nos dias 28 e 29 de outubro; Brigitte Macron não esteve presente.
- A decisão baseou-se em comentários degradantes, insultuosos e maliciosos que alegavam que Brigitte nasceu homem, associando a diferença de idade de 24 anos ao alegado caso com o presidente Emmanuel Macron.
- Brigitte Macron apresentou queixa por assédio em agosto de 2024; a entrevista da TF1 indicou que abriu um processo para “dar o exemplo” na luta contra o assédio.
Brigitte Macron foi alvo de assédio online com comentários degradantes sobre a sua identidade e relação com Emmanuel Macron. Em 2024 apresentou queixa, o que levou a detenções em finais de 2024 e início de 2025. Boatos sobre o nascimento de Jean-Michel Trogneux circulavam, mas foram desmentidos pela imprensa e pelo casal.
O Tribunal Correccional de Paris condenou, naquilo que ocorreu a 28 e 29 de outubro, dez arguidos por cyberbullying dirigido à primeira-dama francesa. Os réus, oito homens e duas mulheres com idades entre 41 e 65 anos, enfrentaram penas que variam entre quatro e oito meses de prisão suspensa e formação em cyberbullying.
Um arguido recebeu seis meses de prisão efetiva por não ter comparecido à audiência. Brigitte Macron não marcou presença no julgamento de dois dias. Em entrevista à TF1, a primeira-dama indicou ter iniciado um processo para estabelecer um exemplo na luta contra o assédio.
Contexto do caso
Entre as acusações, os comentários falsos alegavam que Brigitte nasceu homem e associavam a diferença de idade de 24 anos ao alegado abuso de menores, conteúdos descritos pelo tribunal como degradantes, insultuosos e maliciosos.
Repercussão judicial
O caso remonta ao momento em que Brigitte apresentou a queixa em agosto de 2024, levando a detenções subsequentes em dezembro de 2024 e fevereiro de 2025. A decisão do tribunal enfatiza a necessidade de responsabilização por abusos online dirigidos a figuras públicas.
Declarações do tribunal e próximo passo
O tribunal ressaltou a gravidade dos comentários analisados e ordenou formação específica para os condenados, como medida educativa adicional. Não há indicação de que haja recursos a partir deste veredito até o momento.
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