- Janeiro registou 4,4 milhões de passageiros nos aeroportos nacionais, mais 4,0% face a janeiro de 2025.
- Lisboa (aeroporto Humberto Delgado) movimentou 2,5 milhões de passageiros, 56,6% do total, +3,4% em relação ao mesmo mês.
- Porto (aeroporto Francisco Sá Carneiro) teve 1,0 milhão de passageiros, 23,6% do total, +9,6%.
- Faro (aeroporto Gago Coutinho) contabilizou 302,1 mil passageiros, -2,5%; Madeira (aeroporto Cristiano Ronaldo) alcançou 345,9 mil, +4,8%.
- Em média desembarcavam 68,2 mil passageiros por dia; foram aterradas 16,5 mil aeronaves, +2,9%; a carga e correio total caiu 1,6% para 17.992 toneladas.
Os aeroportos nacionais movimentaram 4,4 milhões de passageiros em janeiro, o que representa um aumento de 4,0% face ao mesmo mês de 2025, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). O resultado reflete um mês com aterragens sustentadas e procura por viagens.
No conjunto, o Aeroporto Humberto Delgado, de Lisboa, respondeu por 56,6% do volume total, com 2,5 milhões de passageiros, mais 3,4% em relação ao ano anterior. O Francisco Sá Carneiro, no Porto, contabilizou 1,0 milhão de passageiros, representando 23,6% do total e um máximo de 9,6% de subida.
Por outro lado, o aeroporto de Faro registou uma descida homóloga de 2,5%, com 302,1 mil passageiros (6,8% do total). Já o Cristiano Ronaldo, no Funchal, ficou em terceiro lugar, com 345,9 mil passageiros, mais 4,8% face a janeiro de 2025. A média diária de desembarques ficou em 68,2 mil, acima dos 65,6 mil do ano anterior.
Ao longo do mês, aterraram nos aeroportos nacionais 16,5 mil aeronaves em voos comerciais, um aumento de 2,9% em termos homólogos. Espanha continuou a ser a principal origem de voos, com subida de 5,6% nos passageiros desembarcados, seguido pela França, que registou uma descida de 3,8% nos embarques.
Origem e destino
Quanto aos destinos, a França ocupou a primeira posição entre os países de origem de voos de passageiros, com queda de 4,1% nos embarques, e Espanha ficou em segundo lugar, com aumento de 5,4% nos embarques. O Reino Unido manteve-se em terceira posição, tanto como país de origem como destino, com aumentos de 1,5% nos desembarques e 3,2% nos embarques.
Brasil e Alemanha alternaram entre quarto e quinto lugares, conforme o papel de cada país (origem ou destino) nos voos observados pelo INE. Em termos de carga e correio, houve uma quebra homóloga de 1,6%, para 17.992 toneladas, com o aeroporto de Lisboa a responder por 13.679 toneladas (76,3% do total), registando uma descida de 2,4%. Nos restantes aeroportos houve subida de 1,0%.
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