Os contratos-programa de preparação olímpica, paralímpica e surdolímpica foram assinados nesta segunda-feira entre o Comité Olímpico de Portugal (COP), o Comité Paralímpico de Portugal (CPP) e o Governo. O objetivo é elevar condições e obter melhores resultados internacionais.
A assinatura ocorreu na sede do COP, em Lisboa, perante várias dezenas de pessoas. O valor global é de 65 milhões de euros, com aumentos significativos nas três vertentes, incluindo 30% no olímpico e paralímpico e 70% na vertente surdolímpica.
O objetivo é colocar as três dimensões em paridade, fortalecendo a inclusão e a qualidade da preparação. O Governo destaca que as melhorias visam a competitividade internacional e o reconhecimento do trabalho dos atletas.
Fernando Gomes, presidente do COP, referiu um aumento de 50 atletas no projeto olímpico desde o início do ano, totalizando 133, com 117 jovens no caminho para Los Angeles 2028. O foco é reorganizar atividades e criar equipas multidisciplinares.
José Lourenço, líder do CPP, realçou a regularização da vertente surdolímpica e a previsibilidade de apoio à preparação. O contrato permite planeamento estável e promove uma visão de equidade desportiva.
Entre os presentes estiveram o secretário de Estado do Desporto, Pedro Dias, a secretária de Estado da Ação Social e Inclusão, Clara Marques Mendes, e o presidente do Instituto Português do Desporto e Juventude, Ricardo Gonçalves.
Os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 decorrerão entre 14 e 30 de julho, seguindo-se os Paralímpicos, de 15 a 27 de agosto, na mesma cidade. Os Jogos Surdolímpicos de 2029 ocorrerão em Atenas, ainda sem datas definidas.
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