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Pistas históricas mostram que no passado correr não era ciência

Dana Zátopková morreu em 2020, vinte anos após Emil Zatopek; as cinzas dele, guardadas na sala, eram brindadas pelos amigos

Pistas históricas mostram que no passado correr não era ciência
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Emil Zatopek nasceu em Morávia, em 1922, e vinha de uma família de carpinteiro. Ficou famoso por nunca parar de correr, mesmo sem treino científico rigoroso. Segundo relatos, ele substituía técnica por experiência, trabalho e sacrifício.

Dana Zátopková, esposa de Zatopek, viveu até 2020, vinte anos depois do marido. Amigos do casal costumavam brindar com as cinzas dele à mesa.

A memória do atleta era associada a uma imagem dele correndo nos céus, cantada pelo humor demoníaco que marcava o caráter dele e que ainda arrancava sorrisos.

Contexto

As cinzas de Zatopek ficavam guardadas na sala de estar. Quando visitavam o casal, os amigos puxavam a taça de cinzas para o centro da mesa e brindavam à saúde eterna do defunto.

Descreve-se que o fôlego de Zatopek não se apoiava na educação física formal, mas na experiência, no trabalho diário e na criatividade. O estilo intuitivo de treino contrastava com a preparação da época.

O texto reforça ainda que Dana Zátopková faleceu em 2020, mantendo viva a lembrança do marido e do modo como ele era visto por amigos e familiares.

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