Depois de 2017, o Douro volta a receber eventos aéreos com o Air Invictus, que passa por Porto e Gaia entre 19 e 21 de junho de 2026. Serão 15 encontros, com corrida e acrobacias aéreas no programa. O regresso mantém a dimensão internacional, com oito pilotos do circuito Red Bull.
A organização é feita pela Bravimaginação, que prevê Matosinhos e Maia como novos cenários. O orçamento total é de 7,5 milhões de euros, com parte financiada por fundos públicos. O público terá acesso gratuito aos espetáculos.
Parcerias e objetivos
A iniciativa ambiciona atrair cerca de um milhão de visitas no Grande Porto, incluindo 300 mil estrangeiros, segundo a Bravimaginação. O projeto alinha-se com a Estratégia 2035, visando mercados no mundo árabe e asiático.
Programa e participação
A Força Aérea Portuguesa atua como parceira oficial e garante demonstrações com aviões como KC 390, C 295, F 16 e Super Tucanos. Haverá aeronave F16 na margem de Gaia e outras no Porto, com ações de demonstração.
Eventos complementares
Entre as actividades destacam-se o Eyes in the sky, na Alfândega do Porto, com 5000 m2 de exposição até 23 de junho. O programa inclui aeromodelismo, drones, batismos de voo e shows musicais, entre outros.
Centro operacional e impacto educativo
O aeródromo de Vilar de Luz, na Maia, será o centro das operações, com acrobacias, descolagens e batismos de voo. A iniciativa prevê ainda visitas guiadas às escolas para promover literacia aeronáutica.
Perspectivas e avaliação
A organização planeia ainda eventos de Chipmunks e Warbirds, além de expoções de meios aéreos. No fim do Air Invictus, a Universidade do Porto avalia impacto económico, emprego e retorno turístico. A imprensa nacional e estrangeira deverá acompanhar.
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