A Procuradoria-Geral da República confirmou que o Ministério Público investiga o presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC), Cândido Barbosa, por alegada venda fictícia de empresa. A notícia envolve suspeitas de conflito de interesses.
O inquérito, citado pelo semanário Expresso, analisa a continuidade de serviços da empresa StrongSpeed à FPC durante a época de 2025. A empresa foi fundada em 2018 e gerida por Barbosa até 17 de novembro de 2024.
Segundo o Expresso, a gestão da StrongSpeed foi transmitida a Soraia Pinto após esse registo temporal, para depois passar às mãos de Rogério Freitas, antigo colaborador de Barbosa. A federação diz que Barbosa não tem influência sobre a StrongSpeed.
A FPC afirma que Cândido Barbosa não detém ascendência sobre a empresa, enquanto o presidente afirma estar de consciência tranquila e refere-se a uma perseguição. A investigação está em fase preliminar e decorre no âmbito de diligências do MP.
Investigação em curso
A Procuradoria não detalha identificadores ou prazos de diligências, mantendo o sigilo processual. A notícia reforça que a análise foca na relação entre a presidência da FPC, a StrongSpeed e a gestão da empresa até a data de 2024.
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