Quentin Folliot foi banido do circuito profissional de ténis até 2044 pela ITIA, após ser acusado de várias violações no Programa Anticorrupção no Ténis. Além da suspensão, o jogador francês terá de pagar uma multa de 60 mil euros e devolver ganhos obtidos. A medida impede a participação em competições associadas à ITIA, incluindo ATP, ITF, WTA, Wimbledon e outras federações nacionais.
A decisão coloca Folliot entre os seis tenistas identificados pela investigação como supostos cabecilhas do esquema de manipulação de resultados. Os outros cinco envolvidos, já referidos pela ITIA, são Jaimee Floyd-Angele, Paul Valsecchi, Luc Fomba, Lucas Bouquet e Enzo Rimoli. Entre as acusações estão a troca de ganhos por resultados manipulados e pagamentos para induzir outros jogadores a alterarem o desfecho de partidas.
A ITIA já tinha vindo a reportar uma investigação sobre manipulação de resultados no ténis, com várias ligações a alegações de corrupção envolvendo múltiplos atletas. O anúncio de hoje marca uma progressão significativa no caso, com sanções duras aplicadas a Folliot e com a continuidade do escrutínio sobre os restantes envolvidos.
Sanção e contexto
A suspensão prolongada reforça o caráter urgente da luta contra a corrupção desportiva no ténis, segundo a ITIA. O organismo não divulgou datas específicas de julgamento, mantendo o foco na aplicação das punições previstas no Programa Anticorrupção. A ITIA ressalva ainda que as sanções podem ser sujeitas a recursos ou revisões conforme os procedimentos legais aplicáveis.
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