A Podium Events anunciou, nesta quarta-feira, ter apresentado uma providência cautelar contra a decisão da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) de cessar o contrato de concessão da Volta a Portugal. O acordo entre as partes devia manter-se até 2026, incluindo provas como a Volta ao Alentejo e a Volta a Portugal do Futuro.
A empresa alega que o vínculo permanece válido e que a FPC avançou com a cessação unilateral por alegado incumprimento. Ao mesmo tempo, a Podium reivindica o pagamento de verbas referentes a 2020 e 2021, anos fortemente afetados pela pandemia. A Podium afirma ter tentado resolver a situação por vias formais desde 2020, sem sucesso até ao momento.
Contrato, dívidas e perspetivas legais
A Podium Events assegura que continua a defender o património desportivo nacional e que adotou medidas jurídicas para suspender eventuais atos ilícitos e manter a continuidade do contrato, que ligava as duas entidades até 2026. A FPC alegou incumprimento por parte da Podium, justificando a cessação do vínculo.
A controvérsia envolve também questões financeiras anteriores à pandemia, com a Podium a indicar que as pendências de 2020 e 2021 não foram regularizadas, apesar de solicitações formais repetidas. O desfecho depende de decisões judiciais previstas no âmbito da providência cautelar apresentada.
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