Rosa Mota, campeã olímpica da maratona em Seul-1988, terminou em segundo lugar na minimaratona de Macau, prova de 4,5 km integrada na Maratona Internacional da região. A atleta portuguesa completou o percurso em 17 minutos e 10 segundos, a 54 segundos da vencedora Kin I Chao. A corrida reuniu atletas lusófonos.
Aos 67 anos, a portuense tem vindo a reforçar o regresso às competições após uma intervenção cirúrgica em fevereiro para tratar um aneurisma dissecante da aorta. A alta hospitalar ocorreu em fevereiro, mantendo-a em aperfeiçoamento físico e participação em provas de veteranos.
Participação lusófona
A organização convidou atletas de países lusófonos indicados pela ACOLOP, com Portugal, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Sri Lanka e Goa (Índia) na lista de convidados. Samuel Freire, cabo-verdiano do Sporting CP, ficou em terceiro na corrida masculina, atrás de dois quenianos.
Entre os resultados, ficou em quarto lugar o português Fábio Oliveira, e na mesma prova entrou o jovem moçambicano Pinto Victor Jequecene; o angolano David Jundo Elias ficou na sétima posição. Na prova feminina, Lúcia Kawele Capingala, de Angola, terminou em terceiro, atrás da queniana Lucy Ndambuki e da chinesa Na Zhao. Joana Ferreira, portuguesa, foi quarta na prova masculina.
Contexto e números da Marathon Macau
Cerca de 12 mil atletas inscreveram-se nas três corridas da Maratona Internacional de Macau. A corrida principal viu Victor Kipchirchir vencer em homens, fixando ainda recorde da prova, com 2:09:27, superando o anterior de 2017. A etíope Senay Mastewal Birhanu venceu entre as mulheres.
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