- Gonçalo Ramos garantiu a reviravolta de Portugal frente à Croácia, mas houve outra cabeçada decisiva no jogo, do defesa croata Igor Matanovic, que acabou por dar origem a uma jogada perto do final.
- O golo de Gvardiol acabou por ficar por marcar devido ao toque de cabeça de Matanovic e à intervenção do VAR, que validou a decisão final.
- A tecnologia que ajudou a determinar o lance é instalada na bola Adidas Trionda, com sensor que regista toques e intensidade ao longo da trajetória.
- O sensor opera a cerca de 500 Hz, recolhendo cerca de 500 dados por segundo, que são enviados em tempo real para a sala do VAR.
- Os dados da bola são cruzados com o rastreio feito pelas 12 câmaras no estádio, para fornecer uma confirmação precisa sobre lances duvidosos.
Golo anulado e tecnologia em campo marcaram o jogo entre Portugal e Croácia, na segunda meia-hora do prolongamento. O golo de Gonçalo Ramos já tinha protagonizado a reviravolta portuguesa, mas houve outra cabeçada que ajudou a salvar Portugal no tempo extra.
Igor Matanovic tocou de cabeça na bola e o ressalto chegou a Mario Pasalic, que marcou, ainda que em posição de fora de jogo. O lance foi invalidado pelo VAR, que acionou a bola inteligente para confirmar o toque decisivo. A confirmação anulou o golo croata nos instantes finais.
A bola que decide com tecnologia
O sistema atua via sensor instalado no interior da bola Adidas Trionda, registando se houve toque e a intensidade ao longo da trajetória. O sensor opera a cerca de 500 Hz, captando 500 dados por segundo.
Os dados são enviados em tempo real para a sala do VAR e cruzados com o rastreamento dos jogadores, obtido a partir de 12 câmaras no estádio. A combinação facilita uma decisão precisa em lances duvidosos.
Entre na conversa da comunidade