- Guilin, na região autónoma de Guangxi, é famosa pela paisagem cársica UNESCO, com atrações como a Colina do Tronco de Elefante e o Pico da Beleza Solitária, rodeadas por picos que emergem das águas.
- O cruzeiro no rio Li, entre Guilin e Yangshuo, oferece as melhores vistas dos karsts; perto ficam os socalcos de Longji, lembrando escamas de dragão.
- A cultura local destaca-se com o espetáculo Impression Liu Sanjie e com as minorias Zhuang, Yao e Dong, cuja presença molda a paisagem e as tradições da região.
- Pontos de interesse históricos e naturais incluem a Gruta da Flauta de Cana, visitada há séculos, e o Palácio dos Príncipes de Jingjiang, hoje parte da Universidade Normal de Guangxi.
- Dicas de viagem: chegar por voos para Guilin ou ligações a partir de Xangai, Pequim, Xi’an ou Chengdu; o acesso a redes sociais pode exigir eSIM; utilize WeChat ou Alipay para pagamentos e transporte.
A China ganha, neste guia, Guilin como destino obrigatório no roteiro de viagem. Situada no sudoeste da região de Guangxi, a cidade é famosa pelo carste calcário classificado como Património Mundial da UNESCO. O texto apresenta pontos de interesse, gastronomia e conselhos úteis para viajantes, conforme o guia de Dianne Apen-Sadler.
A narrativa destaca que Guilin fica a menos de três horas de voo de centros como Xangai, mas permanece distante dos já conhecidos cartões-postais urbanos. A paisagem cársica envolve picos, rios sinuosos e uma malha urbana que parece integrada às formações de calcário.
O guia aponta que Guilin é uma cidade histórica que recebeu turistas estrangeiros desde os anos 80, tendo ganho menos visibilidade recente face a outros destinos de karst. A autora sugere incluir Guilin em qualquer itinerário, seja na primeira viagem ou na 50.ª.
Cenários dignos de pintura
Formações cársicas em calcário são visíveis noutros locais, mas a região de Guilin é destacada pela sua topografia e pela restrição de alturas dos edifícios, que favorece a contemplação do cenário.
Entre os pontos, sobe-se ao Pico da Beleza Solitária, parte do Palácio dos Príncipes de Jingjiang, construído no final do século XIV. O complexo revela a história local, tendo servido como residência de príncipes e, mais tarde, como recinto de exames imperiais.
Um cruzeiro pelo rio Li permite ver o conjunto de karsts entre Guilin e Yangshuo, com marcos como a Colina do Mural dos Nove Cavalos. A paisagem aparece repetidamente na imaginação de visitantes, formando imagens icónicas da região.
A Colina do Tronco de Elefante é descrita como o símbolo mais conhecido de Guilin, ao lado do Pico da Beleza Solitária, que oferece vistas do traçado urbano integrado aos karsts ao longo de dezenas de minutos de subida.
Cultura e gastronomia
A Região Autónoma Zhuang de Guangxi acolhe a maior população de minorias étnicas da China, o que se reflete na cultura de Guilin, incluindo os socalcos de Longji, a arquitetura das aldeias vizinhas e o espetáculo Impression Liu Sanjie, com mais de 600 artistas em trajes tradicionais.
O espetáculo é apresentado em dialeto zhuang e mandarim, contando a vida de Liu Sanjie sem exigir domínio linguístico por parte do público. Ao longo do lago e das formações, os visitantes observam a estética que caracteriza a região.
As comunidades Zhuang, Yao Vermelho e Dong aparecem no entorno: Huangluo, perto dos socalcos de Longji, destaca-se pela prática de cortar o cabelo apenas aos 16 anos, com cerimónias que são representadas no teatro local; o museu dedicado ao cabelo explica os penteados e a higiene capilar associada a técnicas de arroz fermentado.
Os visitantes podem explorar ainda o mercado noturno da rua Zhengyang para provar massas de arroz, tofu fermentado e outros pratos tradicionais. A cultura regional está ligada à economia agrícola local, com produção de arroz em socalcos e a preservação de tradições.
Como chegar e conselhos práticos
Guilin recebe voos diretos de Xangai e ligações domésticas a partir de Pequim, Xi’an e Chengdu. O comboio de alta velocidade liga Hong Kong a Guilin em pouco mais de três horas. Os leitores devem considerar a logística de transporte para otimizar o tempo.
Conselhos apontam para a utilização de dados móveis locais (eSim) para contornar restrições de acesso a redes sociais na China. A aplicação WeChat facilita pagamentos com AliPay, bem como o acesso a táxis via Didi Travel ou ao transporte público. Recomenda-se configurar tudo previamente.
Dianne Apen-Sadler destaca ainda que todas as experiências sugeridas podem ser reservadas via Trip.com, com opções disponíveis no site oficial. O artigo, escrito a partir de uma viagem a convite da Trip.com, mantém o foco informativo e descritivo, sem incluir opiniões pessoais.
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