Gianni Infantino, presidente da FIFA, assegurou que as pausas obrigatórias para hidratação no Mundial 2026 foram adotadas apenas devido ao calor, e não por interesses comerciais. A meta é manter condições desiguais entre jogadores iguais em todas as partidas, segundo afirmou.
Em entrevista à agência EFE, Infantino explicou que, num Mundial com oito jogos em 39 dias, as pausas de três minutos ajudam os atletas a descansar e a manter o ritmo competitivo, principalmente nas cidades com temperaturas elevadas.
O dirigente reiterou que a FIFA não obtém ganhos com estas pausas, garantindo que os contratos publicitários já estavam assinados antes da decisão, o que confirma a natureza desportiva da medida.
Reações e críticas
Vários treinadores e jogadores criticaram a medida, alegando que as pausas interrompem o ritmo dos jogos. Infantino, no entanto, defendeu que as pausas asseguram condições iguais para todos os participantes, independentemente do calor.
Segundo o presidente da FIFA, é difícil permitir diferenças de condições entre treinadores apenas por diferenças de temperatura, por isso as pausas existem em todos os jogos para manter a uniformidade.
Mundial 2026 e Portugal
O Mundial 2026 decorre entre 11 de junho e 19 de julho, nos EUA, México e Canadá, com a expansão para 48 seleções. Portugal integra o Grupo K, com Colômbia, RD Congo e Uzbequistão, buscando o apuramento para as fases seguintes.
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