- O pai da vítima pediu justiça exemplar e severa à ex-companheira após a morte da filha.
- Carlos Barreira, de camisa rosa, afirma estar inconsolável ao recordar a filha.
- A família acredita que a vítima foi morta por vingança, por Carlos ter defendido a filha numa zanga entre crianças.
- Na quarta-feira, a ex-companheira, Eulália Silva, confessou o crime no Tribunal de Vila Pouca de Aguiar.
- A juíza de instrução criminal decretou a prisão preventiva de Eulália Silva.
O pai de Lara pediu justiça exemplar após a morte da filha, na sequência de um incidente que envolve a sua antiga companheira. O crime aconteceu numa altura de tensão entre familiares, ligada a uma zanga entre crianças. Carlos Barreira, visivelmente emocionado, descreveu a perda com dor profunda e revolta.
De camisa rosa, cor escolhida pela filha, Carlos não escondeu o desespero ao recordar Lara, a neta que era a alegria da família. O pai afirma que a ex-companheira terá de enfrentar uma punição máxima, insistindo numa resposta firme do sistema judicial.
Ontem, Eulália Silva repetiu a confissão do crime no Tribunal de Vila Pouca de Aguiar. A juíza de instrução criminal decretou a prisão preventiva da ré, após a audiência realizada no complexo de justiça local.
Prisão preventiva decretada
A decisão judicial ocorreu num contexto de elevada comoção entre familiares e da comunidade onde ocorreu o crime. A acusação mantém-se firme na linha de que houve homicídio qualificado, com motivação associada a vingança, segundo alegações apresentadas no tribunal.
As próximas etapas processuais devem determinar os detalhes do caso, incluindo eventuais diligências, perícias e a eventual continuação do deterimento preventivo durante a instrução. Não foi divulgado um calendário de audiências adicional.
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