O Mundial 2026 já soma seis cartões vermelhos após pouco mais de uma jornada de fase de grupos, superando o total de 2022 e 2018. O ouvring match Canadá contra Qatar ficou marcado pela roseira de expulsões e pelo lance que abalou o Canadá.
No encontro, aos 53 minutos, Madibo foi expulso após uma entrada ríspida por trás sobre Ismael Koné, que se lesionou gravemente, obrigando o Canadian a abandonar o relvado em maca. Antes, Al-Amin já tinha visto vermelho direto por impedir uma oportunidade de golo; o lance levou à revisão do lance e à anulação de penálti, com o livre a ser batido fora da área.
A derrota do Qatar foi por 6-0, sob o comando de Julen Lopetegui. O técnico espanhol manteve o discurso reservado na conferência de imprensa. O Canadá, líder no grupo, criticou a pressão do adversário, mas a imprensa local aponta que o foco passou pela gestão da diferença de golos, dada a possibilidade de desempate entre Canadá e Suíça.
Markou-se, neste contexto, que o Qatar ficou reduzido a nove jogadores após Madibo, e o Canadá encerrou com vantagem de goleada. A partida ocorreu em Vancouver e abriu um registo disciplinar acima do observado em Mundiais anteriores.
Até ao momento, o torneio soma seis expulsões em 28 jogos, uma média de 0,21 por encontro. Este valor supera 2022 e 2018, que registaram quatro expulsões cada, com 0,06 por jogo. A edição de 2006 continua a registar o maior número de vermelhos (28, 0,44 de média). As demais edições recentes registaram, em média, 0,27.
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