- O presidente da Liga Portugal, Reinaldo Teixeira, reagiu ao parecer positivo da Autoridade da Concorrência sobre o modelo de centralização dos direitos televisivos.
- Teixeira afirmou que o parecer prova a maturidade das Sociedades Desportivas da Liga e a capacidade de se entenderem sobre questões estruturantes para a indústria.
- O dirigente salientou exemplos recentes de autorregulação do futebol profissional, incluindo a aprovação da chave de repartição das verbas geradas pela comercialização dos direitos.
- Em declarações à comunicação da Liga, Teixeira elogiou o trabalho criterioso e transparente com a Autoridade da Concorrência, destacando o seu profissionalismo e eficiência.
- A centralização, segundo o presidente, permitirá ao mercado competir com regras claras e eficazes, protegendo os interesses dos adeptos e das próprias sociedades desportivas, beneficiando o futebol no seu conjunto, incluindo associações de classe, distritais, regionais e a Federação Portuguesa de Futebol.
A Liga Portugal recebeu um parecer positivo da Autoridade da Concorrência sobre o modelo de centralização dos direitos televisivos do futebol. O documento, divulgado nesta sexta-feira, valida a abordagem adotada para reunir e gerir os direitos audiovisuais.
Reinaldo Teixeira, presidente da Liga, destacou a maturidade das Sociedades Desportivas envolvidas e a capacidade de entendimento em matérias estruturantes para o setor. O líder frisou ainda exemplos de autorregulação recentes, nomeadamente a chave de repartição das verbas geradas pela venda dos direitos.
O dirigente sublinhou a importância de uma atuação criteriosa e transparente na parceria com a AdC, fruto do trabalho conjunto entre a Liga e a autoridade. Segundo ele, a centralização permitirá condições de mercado justas para compradores, clubes e adeptos, beneficiando o futebol nacional como um todo.
Contexto
A centralização envolve a gestão central dos direitos de transmissão e a distribuição de recursos entre as sociedades desportivas, associações de classe, distritais, regionais e a Federação Portuguesa de Futebol (FPF). O objetivo é criar regras claras que assegurem competição equitativa e proteção aos fãs.
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