Agente da Polícia de Segurança Pública recolheu informações relevantes sobre o primeiro-ministro Luís Montenegro. Membros do Movimento Armilar Lusitano discutiram a possibilidade de um atentado, incluindo um sequestro ou o lançamento de uma granada na casa do chefe do governo.
A investigação apura se houve planeamento para atacar o local de residência do primeiro-ministro ou outros alvos ligados ao poder político. Entre as hipóteses discutidas, estavam também alvos de figuras públicas, incluindo políticos e comentadores.
O material recolhido indica que os alegados planos incluíam uma lista de alvos. Os investigadores pretendem esclarecer a viabilidade, motivação e se houve apoio externo ao grupo.
Desdobramentos e contexto
As autoridades não avançaram com detalhes operacionais ou prazos, mantendo o sigilo enquanto prosseguem as diligências. O caso está a ser analisado pela polícia e pelo Ministério Público para determinar responsabilidades.
As autoridades reiteram que a segurança institucional é prioridade e que qualquer ameaça será investigada com rigor, com informações passíveis de verificação pública pelas autoridades competentes.
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